Um Natal excitante (6) - História Real


Eu já tinha outros planos para o Natal, mas fui forçado pela a minha mãe a ir passar o natal na casa da minha avó em Nova Friburgo; Todas as férias eu estava em Friburgo, mas fiquei um tempo sem ir lá e os anos passaram.
 Eu queria sair com os meus amigos, não estava nos meus planos ir pra Friburgo e passar o Natal por lá.

-Pedro; Tenho que ir mesmo mãe?

-Minha mãe; A tem sim!

Viu tudo né? Fui pra Friburgo e quando cheguei minha avó me agarrou e me encheu de beijos babados e disse que eu havia crescido muito, até que eu me viro pra porta da cozinha para desviar de mais um beijo babado da minha avó, quando vejo uma ruiva maravilhosa parada a porta da cozinha, ela tinha enormes peitos e uma barriga sarada que me deixou de boca aberta por alguns segundos.
 Minha avó então foi para o lado daquela delicia e sorrindo pra mim disse.

-Essa aqui é a Aninha aquela que quando você vinha pra cá não se desgrudavam e viviam brincando na casinha que tem lá no quintal.

Fechei os olhos para poder lembrar, até que lembro, ela havia mudado muito, era uma sardenta gordinha, ela tinha ficado muito gostosa mesmo, só vocês vendo.

-Pedro; Oi Ana! “Dei um sorriso com más intenções”

-Ana; Oi Pedro, você cresceu! “Ela sorriu, um sorriso lindo”

Já estavam todos na sala, a mesa já estava cheia de coisas gostosas feitas pela a minha vovó; Quando eu cheguei na sala e parei encostado a porta notei que ela estava sentada na sala com a minha mãe, ela ria de alguma coisa que meu tio falava, até que quando ela se vira para a porta e me ver olhando pra ela, ela então me mostra aquele sorriso lindo e vem pra perto de mim.

-Pedro; Você também cresceu, tá muito bonita.

-Ana; Obrigada! Vamos lá na casinha do quintal?

-Pedro; Ela ainda existe?

-Ana; Existe sim e está maior, seu avô a aumentou.

-Pedro; Legal, vamos!

A casinha do quintal realmente estava do mesmo jeito que a vi pela a última vez, tirando o fato que estava maior.
 Entramos e lá estava o sofá que tinha antes e uma poltrona, era ali que agente passava as tardes comendo biscoito e conversando, nunca tive maldade com a Ana, não até aquela noite.
 Sentei no sofá que dava para duas pessoas e ela sentou-se na poltrona na minha frente, eu a olhei de cima a baixo, ela estava realmente linda, eu lembro até da sua roupa; Vestido florido e sandália baixa.

-Ana; Porque você sumiu daqui de Friburgo?

-Pedro; Não sei, fui crescendo, tive namoradas e vivia saindo com os meus amigos, perdi um pouco à vontade de vim pra cá.
 
-Ana; Eu acho que entendo. “Ficamos calados durante um tempo”.

-Pedro; Namorando?

-Ana; “Ela sorriu”. Não!

Voltamos pra sala, fizemos a oração e ela foi pra casa dar feliz Natal para seus pais, ela prometeu voltar.

-Pedro; Vou esperar!

Como percebi que ela estava demorando, fui para a casa do quintal; Deitei no sofá e acabei cochilando um pouco, até que ouço sua linda voz chamar meu nome.

-Ana; Sua avó falou que você estava aqui. “Ela sorriu e esticou um prato em minha direção”. Lembra dos biscoitos que fazíamos? Eu acabei de fazer pra gente, por isso eu demorei um pouco.

-Pedro; “Peguei um biscoito e comi”. Continua uma delicia!

-Ana; “Ela me abraçou e falou em meu ouvido”. Feliz Natal!

Continuei abraçado com ela por mais alguns segundos, eu rapidamente lembrei daquele cheiro.
 Tirei uma mecha de seu cabelo do seu lindo rosto e depois a beijei, ela aceitou aquele beijo e aceitou também minhas mãos passearem por suas coxas por dentro do vestido;
  Desci minha boca pelo o seu pescoço, enquanto eu a beijava, ela passava suas mãos por dentro do meu cabelo; Fui subindo minha mão até sua pequena calcinha e quando a toquei pude sentir que ela estava muito molhada, ela queria tanto quanto eu.
 Eu fazia oral nela, eu não tinha medo de alguém aparecer, porque eu sabia que não apareceria ninguém; Não pedi que ela fizesse oral em mim e também não forcei, ela apenas se ajoelhou e fez, ela fazia muito bem, tava gostoso, mas pude sentir que ela estava nervosa, eu sei porque ela me arranhou uma vez. Quando a deitei no sofá e fui pra cima dela pronto para a penetrar, ela pede pra parar.

-Pedro; Mas agente já está aqui, assim. Você realmente não quer?

-Ana; Eu não sei!

Fui beija-la e enquanto nos beijávamos, eu passava meu “amigo” na sua “amiguinha” molhadinha e quando eu ia enfiar, ela empurrava minha barriga com as mãos; Continuei esfregando o meu “amigo” melado em sua “amiga” molhada, e por fim coloquei a cabeça e depois tudo.
 Enquanto eu socava nela, ela gemia e dizia coisas que me deixava mais excitado.
  Depois sentei no sofá e ela sentou no meu colo de costas pra mim, ela kikava e rebolava de um jeito que eu ouvia sinos e via anjinhos de tão gostoso que estava; Não consegui segurar e gozei dentro dela, não tínhamos usado camisinha e no dia seguinte 25 de dezembro, como era Natal, todas as farmácias aqui em Friburgo estavam fechadas, ou seja, nada de pílulas do dia seguinte, a única coisa que poderíamos fazer era rezar.
 


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