A Fazenda (6)


Desde de pequena eu fui apaixonada por cavalos, todas as férias eu estava na fazenda dos meus avos; Ganhei meu primeiro cavalo aos 7 anos de idade, ele era tão pequeno na época quanto eu, coloquei seu nome de Príncipe, ele parecia um cavalo de Príncipe.
 Príncipe mora na fazenda dos meus avos, eu moro na cidade e sempre que dava eu estava lá com ele, mas fiquei 3 anos sem ir à fazenda porque eu estava estudando muito e eu havia conquistado muitos amigos, à vontade de passar semanas na fazenda já não era a mesma.
 Assim que terminei o ensino médio, fui passar um tempo com os meus avos e com o Príncipe; Quando cheguei, minha avó me levou até a cozinha e partiu o bolo de milho que ela havia feito especialmente para mim e me deu um pedaço.
 Aquele dia estava sendo incrível, não só pelo o fato de eu está com as pessoas que eu amo e sim porque também era meu aniversário de 18 anos.

-; Parabéns minha criança! “Ela me apertava e me beijava”

-; Não aperta a menina, vem aqui minha filha, vou levar você até o Príncipe.

# Meus olhos brilhavam de ansiedade; Assim que cheguei no rancho e vi o Príncipe, fiquei emocionada, fui até ele e o beijei, ele não se assustou comigo, sinal que ainda lembrava de mim.

-Eu; “Eu passava a mão nele”. Cresceu em amigão!

# Comecei a preparar o Príncipe para um passeio; Escuto uma voz com sotaque caipira falando com o meu avô; Continuo de costas.

-Caipira; A pintada vai pari, sinhô tem que fica de zóiu nela.

-; Pode deixar, vou lá agora mesmo; Mas antes vou te apresentar minha neta linda.

# Me virei de frente e quando vejo o dono daquele sotaque caipira fiquei pasma, ele é simplesmente o caipira mais lindo e mal vestido que já vi.

-Caipira; Nossinhora, ocê é linda dimais, um prazer conhecer ocê. “Ele pegou em minha mão que ficou em êxtase assim que encontrou com a dele”.

# Ele tem covinha na bochecha direita, os dentes são lindos e os olhos castanhos com cílios invejáveis eram perfeitos, sua barriga era definida, ele não era fortão, mas seu corpo era proporcional a sua altura.

-Eu; É bom conhecer quem toma conta dos bichos do meu avô e do Príncipe, meu avô falou muito bem de você.

# Depois que meu avô saiu do rancho e foi ver a pintada que era uma vaca, eu fui para fora do rancho e levei o Príncipe comigo.

-Caipira; Ocê vai andar de cavalo?

-Eu; Vou sim, quer ir também?

-Caipira; Só pra ficar de zóiu em ocê.

-Eu; Olho!

-Caipira; Que qui tem seu zóiu?

-Eu; Não tem nada com os meus olhos, eu quis dizer que se fala OLHO não ZÓIU. Não precisa se preocupar comigo, eu sei cavalgar.

-Caipira; Num duvido de ocê naum, mas Príncipe pode estranha ocê.

-Eu; Ele lembra de mim, ele não vai me machucar. “Montei no Príncipe” Vem ou não?

-Caipira; Vamo ué.

# Estava indo tudo muito bem, estávamos cavalgando um do lado do outro, quando ele sorria pra mim, aquele momento ficava mais bonito; Bati o pé no Príncipe para que ele andasse mais rápido, ele andou mais rápido e eu não consegui conte-lo, caí do cavalo literalmente, continuei deitada na grama, meu tornozelo doía um pouco, quando olhei pro horizonte e vi o ignorante e lindo caipira vindo em minha direção, minha dor passou, ele saltou do cavalo e se ajoelhou ao meu lado.

-Caipira; Eu avisei a ocê num avisei?

-Eu; O Príncipe nunca me machucou.

-Caipira; Ele ainda num lembra direito de ocê, deixa da uns dias.

-Eu; Entendi! “Olhei pro lado e pro outro”. Cadê ele?

-Caipira; Deve ter vortado pro rancho, ele sabe o caminho de vorta como ninguém.

# Ele me ajudou a levantar e me colocou em seu cavalo, depois subiu e seguimos de volta para a fazenda.

-Eu; Vamos até o rancho pra ver se ele está lá.

# Chegando ao rancho, ele realmente estava lá comendo, aquele caipira conhecia muito bem o meu cavalo.

-Caipira; Viu só eu disse que ele conheci o caminho de vorta.

-Eu; “Comecei a rir compulsivamente” Acho muito engraçado o jeito que você fala.

-Caipira; Ocê num é a única não, tem umas fresquinha da cidade que quando vem pra banda de cá, sempre vem conversa cum eu, elas dizem que adora meu jeito de falar.

-Eu; “Fiquei com ciúmes”. Ah sim. Então você mora na casa dos fundos dos meus avos desde quando?

-Caipira; Faz uns 3 anos, eu gosto de cuidar dos bichos, eu gosto da comida da sua avó e seu avô e um pai cum eu.

# Sorri orgulhosa dos meus avos; Vi um monte de palha limpa e deitei sobre elas, ele logo em seguida deitou ao meu lado.

-Eu; Você não tem namorada não?

-Caipira; Naum! “Ele se calou e eu não retornei a tocar naquele assunto, ele deveria ter sofrido por alguma caipira”.

# O silêncio tomava conta daquele rancho, suas mãos não eram parecidas com as mãos dos meninos da cidade, suas mãos eram de homem trabalhador, que vivia pegando peso, aquelas mãos me excitavam, tive que me controlar para não agarrá-lo, ali mesmo em cima daquelas palhas.
 Ele percebeu que eu estava inquieta, passou as mãos em meus cabelos, aquilo era demais pra mim, eu não iria me controlar por mais tempo.

-Caipira; Num acha mio ocê forta pra dentro de casa?

-Eu; Vamos ficar aqui mais um pouco? “Falei com malicia”. Hoje é o meu aniversário!

-Caipira; Parabéns, ocê tá farzendo quanto ano?
 
-Eu; 18! “Passei a mão em seu rosto”. Você tem quantos anos?

-Caipira; 20!

-Eu; Deixa-me te ensinar a falar corretamente?

-Caipira; Sei disso naum, num quero fala que nem esses menino da cidade naum.

-Eu; Você não vai falar igual a eles, apenas vai falar corretamente.

-Caipira; Bão dispois ocê me ensina.

-Eu; “Sorri empolgada, ele já era lindo falando errado, imagina falando certo”. Você já beijou na boca alguma vez?

-Caipira; “Ele riu”. Ocê tá achando que eu sou o que heim? Craru que eu já beijei, acho que eu já fiz até coisa que ocê nunca fez.

-Eu; “Fiquei brava”. Você tá insinuando o que heim garoto? Eu já fiz muita coisa!

-Caipira; “Ele ainda ria”. Sei!

-Eu; Não tá acreditando? Vou te provar!

# Subi em cima dele e taquei um beijo nele, foi um beijo maravilhoso, aquele caipira tinha uma pegada maravilhosa, suas mãos percorriam minha cintura; Ele parou de me beijar e me olhou perplexo.

-Caipira; Ocê é doida é?

-Eu; Shhh, cala boca caipira!

# O beijei de novo e ele retribuiu maravilhosamente bem, começamos a nos pegar ali mesmo, no rancho em cima da palha, com o Príncipe olhando pra gente.
O medo do meu avô aparecer deixava-me mais excitada, tirei minha blusa, fiquei apenas de sutiã, short jeans e botas de caubói; Ele estava sem camisa e de calça jeans rascada e botas de caipira.
 Ele me jogou em cima da palha e me olhou, achei que ele iria embora e me deixaria ali, para a minha surpresa, ele veio pra cima de mim e começou a beijar meu pescoço descendo pros meus seios, ele beijava minha barriga e enfim tirou meu short, ele beijava minhas coxas e depois me beijou novamente na boca; Depois de muitos beijos, eu o deitei na palha e fui fazer um delicioso oral, ele segurava em meus longos cabelos, depois de tanto chupar, tiramos o restante de nossas roupas, enquanto eu “cavalgava” em cima dele, meu coração acelerava mais que o normal, eu não sabia se era de excitação ou medo de alguém aparecer naquele rancho.
 Só conseguíamos ouvir nossos baixos gemidos e o barulho que nossos corpos faziam em cima daquele monte de palha; Mudamos de posição, agora ele estava por cima, ele estava no controle, eu me sentia dominada por aquele caipira sem educação e maravilhoso, enquanto ele me sentia por dentro, nós nos beijávamos, ele tinha um beijo ótimo, ele tinha um gosto saboroso; Eu estava me sentindo selvagem, eu arranhava suas costas enquanto ele empurrava cada vez mais forte; Fiquei de quatro, me senti uma cachorra naquela posição, mas foi bom, eu nunca havia feito nada daquilo em outro lugar a não ser em cima de uma cama, gostei de ter variado um pouco, ele mandava muito bem no que fazia, me senti realizada e com certeza, eu tive os melhores orgasmos da minha vida.
  Depois que tudo acabou, estávamos já vestidos e suados, meu avô apareceu no rancho, me senti envergonhada com a situação, mas tenho que admitir que eu adorei.

-; Sua avó está lhe chamando! “Ele me avaliou e avaliou o caipira também”. O que aconteceu que vocês estão suados?

-Eu; “Fiquei pálida e gaguejei”. É-é...

-Caipira; Apostamos uma corrida de cavalo, ela acabo ganhado, achei que uma menina da cidade naum ia ganhar de eu nunca.

-; “Achei que ele não iria acreditar, mas ele caiu direitinho na conversa do caipira”. Minha neta cavalga muito bem!

-Caipira; “Ele disse com malicia”. E eu naum sei?! “O fuzilei com os olhos”.

-; Da próxima vez que vocês fizerem uma aposta me chamem, quero ganhar dos dois. “Ele deu umas tapinhas nas costas do caipira e um beijo na minha cabeça”. Vá pra casa tomar um banho, sua vó quer falar com você! “Ele olhou pro caipira”. Você também, vá tomar um banho que o jantar já vai sair!

-Caipira; Sim sinhô!

-Eu; Eu já estou indo!

# Assim que meu avô saiu do rancho, olhei pasma pro cara de pau e falei perplexa.

-Eu; Pensei que você não iria sair dessa situação tão bem como saiu.

-Caipira; “Ele falou corretamente, deixando-me pasma”. Enquanto você tá indo, eu já voltei!

# Então ele saiu do rancho deixando-me completamente imóvel; As aparências enganam muito, muito mesmo.


Autora: Jane Bernardino.
 Previna-se, use camisinha  



Comentários

  1. GOSTEI OCÊ ESCREVE BENHÊ .. KKKKKKKKKK

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  2. Jane minha Frôô, a istória como sempre tá baum demais da conta.

    Beijos

    R.B (:

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  3. amei amei amei eu moro em fazenda .. kkk

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