Bola cheia (6)


Mais um dia de treino, eu estava morto de cansaço, eu havia badalado o final de semana todo, segunda-feira era o pior dia da semana para treinar, todo domingo eu saia com uns amigos e acabava virando a noite, sempre em uma badalada boate do RJ ou SP. O treino foi mais puxado do que o normal, na verdade não sei se foi realmente mais puxado ou eu estava mais acabado do que o de costume.

 Meu corpo pedia cama, o treinador não parava de gritar meu nome, mandava eu ficar mais ligado, eu precisava de banho, eu precisava relaxar.
 Quando chegou a hora do banho para poder ir embora, deixei escapar um sorriso de alivio, deitei na grama e fiquei ali por um tempo, acabei cochilando, um amigo meu me acordou, já estava escuro.

-Ele; Vai passar a noite toda ai mesmo?

-Eu; Caraca, apaguei!

-Ele; Todo mundo já foi embora, falta umas 2 horas para poder fechar, ainda da tempo de você tomar um banho.

-Eu; Vou fazer isso!

-Ele; Eu já vou indo. “Ele pegou em minha mão e me levantou” 

-Eu; Valeu!

 Assim que cheguei ao vestiário, notei que as luzes estavam apagadas, assim que as acendi tomei um susto, tinha uma garota sentada no banco, ela era muito bonita, olhei para um lado e para o outro, eu não queria encrenca.

-Eu; Tá fazendo o que aqui garota?

-Ela; Esperando você!

Ela levantou e veio em minha direção, eu a olhei de cima a baixo, ela estava enrolada em uma toalha vermelha.

-Eu; Como conseguiu entrar aqui?

-Ela; Para tudo tem um jeito! “Ela deu um belo sorriso”. Sou sua fã!

-Eu; Fico feliz em saber disso, mas eu acho melhor você sair daqui antes que alguém apareça ou até mesmo meu treinador.

-Ela; Todo mundo já foi e eu fiquei muito tempo escondida, ninguém me viu e nem vai ver, relaxa.

Deu vontade de agarra-la, mas me controlei, ela passou as mãos em meu rosto, cabelo e seus dedos em meus lábios, depois sorriu.

-Ela; Amanhã é o meu aniversário.

-Eu; Sério? Quantos anos?

-Ela; Vou fazer 18.

-Eu; Você ainda é menor?! “Fiquei desesperado” Melhor você ir embora, quer o dinheiro do táxi?

-Ela; “Ela ria”. Relaxa, vou fazer 18 anos amanhã, ninguém me viu e nem vai ver e você nem é tão velho assim pra poder se encrencar só porque ficou com uma menina de 17 anos, alias 18 né?

 Ela foi até a porta e a fechou, depois foi até um chuveiro e o abriu, logo em seguida tirou a toalha e a jogou em cima do banco que eu a encontrei sentada; Entrou debaixo do chuveiro e eu fiquei admirando a água cair em seu lindo corpo, um corpo maravilhosamente delicado, nada exagerado, tudo combinando, aquela garota estava me deixando louco.


                             Narração dela...

Eu passava as minhas mãos pelo o meu corpo, eu fazia movimentos leves, ele apenas me observava, até que ele não resistiu e de roupa e chuteira entrou no chuveiro colando seu corpo ao meu corpo completamente nu.
 Ficamos nos beijando, um beijo gostoso, eu dava leves mordidas em seus lábios e ele puxava meus longos cabelos loiros.
 Tirei sua blusa, ele tirou o resto, quando estávamos completamente nus, ajoelhei-me e fui fazer oral nele. Ele segurava meus cabelos como um rabo de cavalo, eu não usava as mãos, usava apenas a língua, lábios e de vez em quando os dentes para pode dar leves mordidas na cabeça.
 Ele gemia satisfeito e eu estava adorando dar prazer a ele, meu ídolo, um craque do futebol brasileiro, cobiçado por várias mulheres de todas as idades. Sentei no banco e era a vez dele me agradar, ele fazia o melhor oral da minha vida, eu gemia e suspirava, aquilo estava me levando ao paraíso sem fim.
  O sentei no banco e depois sentei em seu colo de frente a ele, conforme nossos seios se encostavam toda vez que eu kikava, aquele movimentos de sobre e desce, entra e sai dentro de mim fazia com que eu fechasse os olhos de tanto prazer. 
 Eu ainda estava molhada, literalmente. Mudamos de posição, ficamos de pé, enquanto ele me penetrava por trás, eu rebolava com as palmas da mão no chão, aquela minha façanha o fazia me chamar de gostosa, delicia e muito outras coisas...





                           Narração dele...
Eu havia até esquecido meu cansaço, eu já estava me sentindo leve, aquela garota fazia de um jeito que nenhuma outra mulher já fez, ela era sensual, meiga e quente, ela rebolava e gemia de um tal modo que eu sentia mais tesão.
 A levantei e a encaixei em minha cintura, ela fazia movimentos ondas e às vezes eu que comandava aquele prazer todo, aquele delicioso prazer.
  Depois de muito prazer, kikada, gemidos e orgasmos da parte dela que me deixavam louco, enfim gozei. Gozei em seus medianos seios que por sinal, são lindos.
-Ela; Você realmente bate um bolão dentro e fora do campo, tenho que admitir, mas tenho que dizer que essa foi a primeira e última vez.

-Eu; “Perguntei confuso”. Ué, por quê? Você disse que havia gostado.

-Ela; Realmente eu gostei, você é melhor do que eu imaginei, mas não sou mulher de dar moral pra homem, mesmo se esse homem for você. “Ela se enrolou na toalha” Qualquer coisa eu te ligo.  Só não crie expectativas.

 Ela sorriu e veio me dar um
selinho e depois saiu, eu continuei parado sem entender direito, só consegui sorri e balançando a cabeça negativamente e falei ainda rindo.
                                        
- Mulheres..

 

Autora: Jane Bernardino.

Previna-se, use camisinha  
















Comentários

  1. adoreeeeeeeeei vc é demais jane

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  2. gostei da frase pra nós mulheres, parabéns.

    Biane

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  3. Sem comentário, como sempre show de bola suas histórias.
    A cada história você se supera mais e mais.

    Beijos <3

    R.B

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