Querido Professor. (6)


Eu amava as aulas de matemática, bom, não era exatamente as aulas e sim o professor, eu aparecia apenas nas Terças, mas sempre eu inventava um jeito novo dele me notar.
Ele era musculoso, nada muito exagerado, tinha olhos claros e vivia pegando no meu pé por causa das minhas humilhantes notas; Às vezes eu fazia de tudo pra ficar depois da aula, assim eu tinha mais tempo sozinha com ele, eu só lamentava o fato dele ser casado e nem olhava pra mim.
Uma vez resolvi fazer Educação Física, eu odiava ficar correndo e toda suada; Coloquei meu macacão que eu uso pra ir academia e fui pra quadra jogar queimado com as meninas, os meninos ficaram babando por mim, eu nunca mostrava muito meu corpo, não mostrava porque eu não queria, porque um belo e malhado corpo eu tenho; Meu macacão alem de mostrar minhas costas, tinha também um ousado decote; Fui a 3ª a ser queimada no jogo, então resolvi ir beber água, quando acabei de beber água e viro pra voltar pra quadra vejo o meu delicia de professor encostado na porta olhando pra mim, dei um sorriso de lado e joguei meu cabelo, passei ao seu lado e o olhei de cima a baixo ainda com o sorriso pervertido nos lábios e voltei pra quadra.
Fiquei com a imagem dele me olhando revirando na minha mente, aquilo era um ótimo passo, ele havia me notado.
A aula enfim acabou e o dia seguinte seria Sábado, eu já tinha uma festa pra ir, era de um amigo de um amigo meu, seria na sua casa e eu me arrumei com um vestido justo e curto e um enorme salto vermelho; Eu já havia bebido um pouco, eu não estava bêbada mais estava soltinha, eu dançava música eletrônica de um jeito muito sensual, assim que acabou a música eu fui ao banheiro e já sai de lá dançando outra e maravilhosa música eletrônica, eu amava aquelas batidas, elas deixavam-me excitada.
Olhei pra porta e vi o meu delicia de professor entrar, fiquei estarrecida, ele estava mais lindo ainda, ele conversava com o aniversariante e eu havia notado que ele não estava mais usando aliança em nenhuma das mãos, aquilo me deixou animada, eu estava muito maléfica e doida pra ser má com alguém, muito má.
Voltei pro meio da pista e comecei a me acabar, eu jogava meus longos e lisos cabelos e fazia movimentos leves com o corpo e cintura, então senti alguém envolvendo as mãos em minha cintura, aquele toque deixou meu corpo em êxtase e formigando, quando me viro pra ver quem era, fico chocada e feliz, era o meu professor delicia, ele então falou no meu ouvido...

-Professor; Você dança muito bem!

-Eu; “Abri um enorme sorriso” Muito Obrigada Professor!

-Professor; Por favor, aqui eu não sou Professor, aqui eu sou seu amigo!

-Eu; “Aquela noticia me agradou”. Ótimo; Quer beber alguma coisa, AMIGO?

-Professor; “Ele sorriu”. Vou adorar!

# Bebemos, dançamos com os nossos corpos grudados e resolvemos ir pro quarto do aniversariante, estávamos com uma garrafa de vodca e lá resolvemos começar um jogo tanto ousado.

-Eu; Vamos brincar de verdade ou conseqüência?

-Professor; Vamos!

-Eu; Primeira fase será apenas de perguntas, só vale responder a verdade. “Sorri” Você começa!

-Professor; Ok! “Sentamos na cama, um de frente pro outro”. Você é realmente ruim na matemática?

-Eu; “Gargalhei”. Muito! “Respirei fundo”. Porque você estava me olhando quando eu estava no bebedouro?

-Professor; “Ele sorriu constrangido”. Estava admirando seu corpo! “Ele mordeu os lábios”. Por que você faz de tudo pra ficar depois da hora comigo na sala?

-Eu; Porque você me excita e eu tenho uma subida vontade de fazer sexo com você!

-Professor; “Ele ficou estarrecido”. Sério?

-Eu; “Eu sorri”. Eu falei que temos que responder só a verdade!

-Professor; Você sabe se isso acontecer ninguém pode saber né?

# Não respondi, apenas o agarrei e o beijei, um beijo selvagem com mordidas e língua passeando sobre os lábios com gosto de vodca; Ele segurava em meus cabelos e eu estava encaixada em seu quadril, ainda usávamos roupa, mas eu estava muito molhada por ele, por aquelas enormes mãos caminhando sobre minha cintura definida.
Beijei seu pescoço, mordi seu queixo e sua orelha, e então ele tirou meu vestido, fiquei apenas de lingerie preta, tirei sua blusa e sua calça, ele ficou apenas de cueca box.
O deitei na cama e continuei o beijando, fui descendo e beijando sua barriga definida, até que cheguei no seu enorme pênis, joguei um pouco de vodca nele e comecei a chupa-lo como se fosse um picolé de bebida alcoólica, suas mãos vagavam pelos os meus cabelos, ele gemia fraco como se não tivesse mais forças;
Deitei e era a sua vez de me agradar, ele lambia ainda por cima da calcinha, enfim a tirou e começou a fazer um oral que deixou minha perna bamba, eu estremecei com o surgimento do meu primeiro de muitos orgasmos.
Brincamos um pouco com os números e fizemos 69, ironia pra quem é professor de matemática.
Sentei em seu colo e comecei os movimentos que fizeram com que o suor escorresse do meu rosto e caísse sobre meus enormes seios, enquanto eu kikava eu arranhava suas costas e mordia seus lábios, ele chupava meus seios e quando passava sua língua quente sobre eles, eu me arrepiava toda.
Mudamos de posição, estávamos de pé, ele me penetrava por trás e aquilo era maravilhoso, estávamos muito suados e aquele cheiro de sexo pelo o ar deixava o ambiente muito agradável, ele me ergueu e me encaixou em seu quadril, ainda estávamos de pé e ele conduzia os movimentos; Fizemos mamãe e papai, dei olá para mais um delicioso orgasmo, agora ele que estava por cima, depois de mais alguns movimentos, sinto seu corpo molhado cair ao meu e então percebo que ele havia gozado, nossas respirações estavam descontroladas e nossos corações batiam em ritmos totalmente diferentes, ficamos abraçados ainda por alguns minutos e então levantei enrolada no coberto preto...

-Eu; “Sorrindo”. Não precisa se preocupar, ninguém vai ficar sabendo o que aconteceu aqui, e mesmo se alguém souber não precisa ficar com medo de perder seu emprego, as regras são apenas para professor e aluna.

-Professor; “Ele perguntou sem entender”. Mais você é aluna não é?

-Eu; “Gargalhei”. Na verdade não, eu já estou na faculdade, fiquei sabendo por uma amiga que o professor de matemática era uma delicia, então resolvi virar ‘aluna’ nas aulas de terça-feira.

-Professor; Mais como você conseguia entrar na escola?

-Eu; Acho que chegou o fim da 1ª etapa; Chega de perguntas, vamos logo pra etapa da conseqüência!

# Deixei o lençol cair e dei um sorriso de lado, ele colou seu corpo ao meu e eu senti que a hora do intervalo tinha acabado.




  Autora: Jane Bernardino.
Previna-se, use camisinha  




Comentários

  1. KKKKKKKKK' Universitária danadinhaa,

    Saudades das duas histórias meu amor *-*

    Beijos <3 R.B.

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