Las Vegas (6)
Resolvi tirar férias, descansar um pouco, pensar mais em
mim; Nada melhor do que viajar, conhecer lugares novos, com tradições exóticas
e comidas típicas.
Olhando o mapa, vi um
País que sempre fiquei muito curiosa para conhecer melhor, como eu queria aventura,
Las Vegas era a decisão certa a tomar..
Passagem comprada,
malas arrumadas e uma vontade enorme de nunca mais dormir;
O vôo foi bem, minha
chegada melhor ainda; Fui até a recepção do Hotel mais luxuoso de Las Vegas,
peguei o melhor quarto, tenho o direito de gastar quanto quiser, só temos uma
única vida, não levamos nada pra morte mesmo;
-Eu; “Peguei o cartão que abre a porta do quarto”
Obrigada!
- Carregador; “Ele sorriu gentilmente” Já vou levar
suas malas para seu quarto, senhora!
# Faço um sinal positivo com a cabeça e vou direto ao
elevador, que abre assim que paro em sua frente;
Assim que chego ao
meu quarto, jogo-me em cima da enorme e macia cama e por lá permaneço por
alguns minutos, fecho os olhos e fico desfrutando um pouco do ar e do silêncio,
mas os reabro assim que escuto um barulho vindo do magnífico banheiro, um
barulho estranho, mas pra um som vibratório do que pra qualquer outra coisa;
Levanto-me e vou na direção do banheiro, mas sou interrompida na metade do
caminho com alguém batendo na porta...
-Eu; Entra!
-Ele; Aqui estão suas malas, senhora! “Ele me olha
confuso” Tá acontecendo alguma coisa? A senhora quer ajuda?
-Eu; Quero sim, primeiro, não sou senhora e segundo, tem
alguma coisa fazendo barulho lá dentro.. “Aponto pro banheiro” Não tá ouvindo?
-Ele; Não senhora.. Perdão! Não senhorita!
-Eu; Então vem comigo.
# Peguei em suas mãos e o conduzi até o banheiro, o som
vibratório ficava mais forte conforme íamos nos aproximando..
-Ele; Agora estou ouvindo, está vindo daqui.. “Ele aponta
pro armário onde fica os óleos de massagem”
-Eu; “O empurrei” Então vai ver!
# Ele me olhou sem reação e depois riu, foi até o armário e o
abriu, assim que viu o que tinha lá dentro, arregalou os olhos, fiquei
apavorada, será que tinha alguém morto com um celular tocando lá dentro..
-Eu; Fala logo, o que é?
-Ele; Melhor a senhorita mesmo ver.
# Fui me aproximando com cautela, abaixei lentamente até
poder ver claramente o que era aquilo, então quando enfim defino o que é
aquilo, começo a gargalhar, uma gargalhada tão intensa e sincera que faz com
que minha barriga doa; Pego o troço ainda se mexendo e sacudindo, continuo
rindo.
-Eu; Quem estava neste quarto antes? As melhores Stripes
de Las Vegas? “Quanto mais eu olhava pro vibrado, mas graça eu achava, o troço
era muito grande”
-Ele; “Ele da de ombros” A senhorita quer mais alguma
coisa?
-Eu; Quero! “Sorrio maliciosa” Quero o endereço de todos
os lugares quentes, as melhores boates, cassinos, tudo mesmo.
-Ele; Eu vou está liberado daqui à Um hora, posso levar a
senhorita a esses lugares, se a senhorita quiser, claro.
-Eu; Estarei pronta daqui à Uma hora!
# Eu realmente estava pronta, lindamente arrumada, desci e
encontrei com ele pegando alguma coisa na recepção, ele estava lindo, seus
olhos azul-água combinavam perfeitamente com as roupas, seu cabeço
castanho-avermelhado eram lindos, cortados na metida certa, sempre com uma
pequena mecha que insistia em cair em seu rosto, deixando-o mais sexy..
-Eu; Nossa! “Fiquei calada por alguns segundos” Você fica
bem melhor longe daquele uniforme.
-Ele; Você também não está nada ruim..
-Eu; Você? Onde está a “Tentei imitar sua voz” Senhorita?
-Ele; Essa formalidade é exclusiva apenas para o trabalho,
já que estamos saindo juntos, imagino que podemos nos tratar como amigos.
# Sorrio e balanço a cabeça em sinal positivo; Um carro
preto, muito bonito para em nossa frente, o manobrista sai e entrega o lugar do
motorista pra ele, antes de entrar, ele olha pra mim, que ainda permaneço
parada na frente da porta do carona.
-Ele; Não vai entrar?
-Eu; Não vai abrir?
-Ele; “Ele ri” Tá com as mãos quebradas? “Ele olha pras
minhas mãos” Vejamos que não, então entra logo..
# Ele entra e bate a porta, continuo em pé, rindo; Entramos
em algumas boates, eu bebi algumas bebidas bastante quentes, às vezes quando
descia na minha garganta queimava tudo, entramos em alguns cassinos, ganhei em
quase todos os jogos que joguei; Aquela noite estava incrível, ele me levou
para os melhores lugares, lugares que qualquer pessoa tem que visitar antes dos
30
-Ele; Falta pouco pra amanhecer o dia, quer voltar pro
hotel?
-Eu; Claro que não, esqueceu que estamos em Las Vegas,
isso aqui “dou um giro” nunca dorme..
-Ele; Ok, Las Vegas nunca dorme, mas eu e você sim, então
vamos.
-Eu; Chato heim! “Entrei no carro resmungando”
# Cheguei no Hotel, ele me levou até o quarto..
-Ele; Tá entregue e a salvo, vou indo.
-Eu; Espera! “Ele vira e olha dentro dos meus olhos, até
com sono, ele continuava lindo demais para existir.” Você vai trabalhar agora?
-Ele; Não mesmo, talvez amanhã, vou resolver ainda.
-Eu; Resolver? Quem é você? Dono do Hotel? “Ele apenas
rir” Fica aqui então, entra; “Dou um sorriso largo, onde tenho certeza que ele
viu todos os meus dentes”
-Ele; Não posso, é contra as regras e eu... “Ele faz uma
pausa por um instante e me olha de cima a baixo” Quer saber? Dane-se as regras!
“Ele me agarra”
# Estávamos nos beijando, ele tinha um beijo tão selvagem e
caloroso que eu ficava molhada em apenas seus lábios encostarem-se aos meus;
Suas mãos caminhavam pelas minhas costas, com gentileza ele foi descendo o
zíper do meu vestido, até ele cair sobre meu corpo e ir parar no chão; Ele para
pra me olhar e sorrir assim que vê meu corpo apenas coberto por lingerie preto brilhante,
ele morde os lábios e volta para me beijar, tiro sua blusa, fico surpresa com o
seu físico definido, dava pra perceber pela a roupa, mas assim, completamente
despido é muito melhor de admirar; Estávamos deitados na cama, eu estava por
cima o beijando, desci para seu pescoço, fui beijando a barriga, puxei sua
cueca e depois a soltei, fazendo com que se encontre com seu corpo e faça um
barulho; Começo a despi-lo devagar, vejo então que ele já está animado, começo
a chupa-lo lentamente e conforme ele fica mais eufórico, vou chupando mais
rápido, intenso, ele coloca suas mãos
dentro dos meus loiros e longos cabelos, às vezes o puxava com leveza,
outras vezes nem tanto;
Era sua vez de me
agradar, ele conseguia fazer com que eu perdesse os sentidos em apenas encostar
sua língua quente na minha doce e molhada “amiga”, eu gemia, ofegava, como era
bom, era tão gostoso que não consigo expressar em palavras, apenas em gemidos
longos e delirantes; Vou por cima, mas estou de costas, fazendo os movimentos, tentando
ir cada vez mais fundo, ficando cada vez mais louca de prazer, enquanto eu
“kikava” ele segurava meus cabelos como num rabo de cavalo, ainda com ele
dentro de mim, giro e fico de frente pra ele, continuo freneticamente os
movimentos, nossos corpos suados, cheira a sexo e vodca sem gelo; Trocamos de
posição, estou de quatro, sinto tanto sua penetração que aperto os travesseiros
em minha frente, o dia já tinha amanhecido e eu não estava nenhum pouco
cansada, trocamos de posições várias vezes, fizemos de lado, quatro, mamãe e
papai, em pé, na poltrona, eu estava completamente quente, tudo ardia, mas eu
não me importava, podia arder, queimar, eu queria mais, muito mais; Eu estava
de joelhos no chão, ele em pé em minha frente, ele gozou em meus seios, levantei
e sorrindo falei..
-Eu; Não vai me dizer que já cansou, vai? Vamos lá, se a
noite é uma criança, o dia é um ninfomaníaco..
#Mordo os lábios e pisco o olho, vou direto pro banheiro,
paro na porta e o chamo com o dedo..
-Ele; Nada disso; Se a noite é uma criança e o dia um
ninfomaníaco, melhor dizer que o dia somos nós.
# Dou um largo sorriso e entro no banheiro, chegou a hora de
realmente faze sexo, já que o que aconteceu foi apenas uma preliminar, porque quem
gosta de sexo, nunca o faz de primeira, sempre vem um aquecimento antes...
Autora: Jane Bernardino.
Previna-se, use camisinha
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