Mamãe eu quero mamar.. (6)





A rua estava bastante cheia, gente fantasiada para tudo que é lado, um calor humano avassalador; 

Eu estava solteira, não por causa do carnaval como muita gente faz, mas porque meu ex namorado é um filho da puta traidor, até encontrei com ele no meio da galera, veio de papo furado querendo um replay, eu ri, ri muito e mandei ele... bom, você deve imaginar pra onde.

Minha fantasia era de gatinha da cor preta, uma saia curta com short por baixo, um rabinho, top, luvas, meias até o meio da coxa e sapatinhas.
 Meus cabelos é um loiro platinado, no estilo long bob, olhos mel e uma boca carnuda. Ficou curioso pra saber como sou de corpo não é mesmo?
 Vejamos... cintura modelada, peitos medianos, bunda empinada e coxas roliças. Perfeito não?!

Por onde eu passava eu ouvia elogios e algumas gracinhas de uns idiotas, mas nada que um “Vá se danar” não resolva.
 Parei na frente do trio elétrico com umas amigas e começamos a dançar, eu estava feliz. Caramba, eu realmente estava feliz, feliz de uma maneira que eu já nem sabia que podia ficar.
 Eu já estava suada de tanto dançar quando enfim notei um cara MARAVILHOSO me observando de longe, ele estava fantasiado de índio, um moreno com um sorriso que não vale nada, e eu queria aquele sorriso que não vale nadinha mesmo assim, eu também não estava valendo nadinha naquele momento mesmo, então “vambora”..

Aproximei-me ainda dançando do índio gostoso; o corpo dele era todo proporcional, nada bombado, definição e coxas grossas eu encontrava exatamente ali, ele só usava havaianas e um pano para cobrir suas partes intimas, que eu já estava louca pra descobrir como eram.
 Parei de frente pra ele e então eu o avaliei de cima a baixo, nossa, ele é alto, eu gostei..

- Oi!
-Olá!

Cacete, ele sorriu, que sorriso MARAVILHOSO, fiquei úmida só de olhar esse sorriso, oh céus.

-Linda gatinha..
-Gostoso índio.

Ele gargalhou e passou sua enorme mão nos cabelos negros e bem cortados, eu observava cada movimento seu, que homem é esse?

-Tá sozinho?
-Com uns amigos e você?
-Com umas amigas. “sorri” podemos se juntar
-Na hora que você quiser “ele sorriu malicioso”
-Não... “dei um sorriso sem graça” eu quis dizer que podemos juntar os amigos.
-E eu quis dizer que quero ficar com você.

Não respondi de imediato, pra ser sincera fiquei sem saber o que responder, ah que índio safado..

-Olha..

Eu pensei em falar alguma coisa, mas parei de falar e agarrei o índio de jeito, ele correspondeu de imediato, ele beija bem, muito bem; enquanto ele me beijava e passava sua mão por dentro dos meus cabelos, a outra apertava a minha cintura, me fazendo ficar com um puta tesão, eu queria muito fazer sexo com ele, meu corpo estava implorando para transar com ele.

-Eu moro aqui perto, não gostaria de dar um pulinho lá em casa não?

-Hãaa...

- “Não o deixei terminar a frase” Foi mal, sério, nossa que vergonha, eu não sou assim sabe, desse jeito, mas é que você mexeu comigo, eu não sei explicar o que aconteceu, eu...

-Ei, calma gatinha “ele riu” tudo bem você agir assim, você tem esse direito, toda mulher tem o direito de agir como quiser, não vou pensar nada de ruim de você por causa disso, pois se você não me chamasse, eu ia chamar você “ele riu” eu também moro aqui perto, me mudei faz alguns dias.

Respirei aliviada e sorri, eu realmente estava mexida com aquele homem, era inexplicável o que eu estava sentindo, mas eu o queria, eu ansiava muito por aquilo.

-Então vamos?

Perguntando assim, dando esse sorriso lindo quem é que resiste?
Fiz sinal de positivo com a cabeça, peguei o celular, mandei uma mensagem para o grupo das minhas amigas avisando que estava indo em casa, depois peguei em sua mão e saímos cortando a multidão.



                                     CONTINUA...



História feita por: Jane Bernardino



Previna-se, use camisinha 


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